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Ano E Modelo Do Carro: Quais As Diferenças?

Em diversos anúncios, você já deve ter lido algo como carro ano 2013 / modelo 2014. Quando se fala que um carro é ano 2013 / modelo 2014 quer dizer que

Apenas Uma Carga Na Bateria - O Que Fazer?

A grande maioria daqueles que têm licença para conduzir já tiveram que enfrentar situações como furar um pneu, riscar seu carro em uma parede ou até

Polimento De Faróis - Vale A Pena?

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Para-brisa Trincado, Troca Ou Recupera?

O para-brisas do carro é sem dúvida uma das partes mais sensíveis e expostas a perigos durante qualquer trajeto. Nas estradas, em que a velocidade

Verificando Nível De Óleo Corretamente

Se seu carro está sempre com o nível de óleo abaixo do mínimo quando você chega a um posto de combustível, saiba que o problema não é no motor e sim no

Transfira Pontos De CNH Pela Internet

Dono de veículo já pode transferir pontos da CNH pela internet.

A prefeitura passou a disponibilizar, desde o começo de Agosto, um serviço para que a transferência de pontuação de multas seja feita pela internet. Até então, isso só podia ser realizado pelo correio ou pessoalmente, e levava, em média, dois meses. O serviço, agora, pode ser concluído em 10 dias, segundo a Secretaria de Mobilidade e Transportes (SMT).

O procedimento é usado nos casos em que o dono do veículo deseja transferir determinada infração para o verdadeiro condutor responsável pela ocorrência. A partir de agora, o proprietário do veículo multado poderá ainda acompanhar o andamento do processo no novo portal do Departamento de Operação do Sistema Viário (DSV).

No segundo semestre deste ano, o portal do DSV permitirá também que recursos de multas sejam feitos pela internet. Segundo a Secretaria de Mobilidade e Transportes, a análise da defesa da autuação ficará mais rápida e o processo, que demora atualmente de três a quatro meses, poderá terminar, em média, em quinze dias.  A pasta estima que a medida leve a uma economia de recursos públicos, por causa da digitalização de processos e da eliminação da necessidade do uso de papéis.

Para se cadastrar no novo site do DSV, o proprietário do veículo deve ter em mãos RG, CPF e número do Renavam do veículo. Depois de acessar o portal pelo link dsvdigital.prefeitura.sp.gov.br, é necessário criar um login e preencher dados pessoais.  O site apresentará ao proprietário a opção de indicar um condutor infrator. Deverão ser inseridos, então, os dados do condutor do veículo no momento da infração. O documento gerado pelo site precisará ser assinado por ambos (condutor e infrator) e, depois, digitalizado e anexado no próprio site.

Para fazer o cadastro é preciso acessar AQUI

Transformar CO2 Em Etanol


O sonho de transformar gás carbônico em uma fonte de energia renovável pode estar mais próximo do que se imagina. Cientistas do Tennessee, nos Estados Unidos, descobriram acidentalmente uma forma de transformar dióxido de carbono (CO2), um dos gases do efeito estufa, em etanol. A invenção é promissora e pode ter grande impacto para amenizar as mudanças climáticas. As informações são do Oak Ridge National Laboratory.

A descoberta inesperada aconteceu por conta de um estudo realizado para transformar o CO2 em um combustível útil. Para surpresa dos cientistas, logo na primeira etapa do procedimento eles obtiveram etanol – um combustível que pode ser facilmente usado em veículos e geradores de energia, entre outras finalidades. A invenção é tema do artigo científico publicado pelos pesquisadores no periódico ChemistrySelect .

Segundo a publicação norte-americana Popular Mechanics , especializada em ciência e tecnologia, os pesquisadores do Laboratório Nacional de Oak Ridge fizeram uso de elementos simples e facilmente encontrados na natureza, como carbono e cobre que, aliados a nanotecnologia, conseguem resultar num processo eletroquímico eficiente, barato e que pode ser reproduzido em escala.

Outro grande benefício observado é que o procedimento para obtenção do etanol pode ser realizado em temperatura ambiente. Com isso, evita a necessidade de grande quantidade de energia para alterar a temperatura e, consequentemente, diminui o custo de produção. Além disso, ao usar temperatura ambiente, as máquinas podem ser ligadas com facilidade e, desta forma, o processo de conversão é iniciado mais rapidamente.

“A descoberta também pode ser um apoio às fontes de energias renováveis intermitentes, como a solar e eólica”, explica Adam Rondinone, cientista responsável pela pesquisa. “Um processo como esse permite consumir a eletricidade excedente na rede elétrica para fazer e armazenar etanol”, diz.

Novos estudos já estão em andamento para tornar a tecnologia recém-descoberta mais eficiente. Se os cientistas obtiverem sucesso, talvez em breve seja possível realizar uma captura de carbono em larga escala.

Como funciona


Por meio de um catalisador feito de carbono, cobre e nitrogênio, os cientistas usaram a nanotecnologia para desencadear uma reação química complicada que, basicamente, reverte o processo de combustão. Durante o processo, a solução de dióxido de carbono (CO2) dissolvido em água foi transformada em etanol com um rendimento de 63%.

Adam Rondinone diz que esse tipo de reação eletroquímica geralmente resulta numa mistura de vários produtos diferentes em pequenas quantidades. “O etanol foi uma surpresa – é extremamente difícil ir diretamente do dióxido de carbono para o etanol com um único catalisador”, comenta.

A novidade do catalisador reside na sua estrutura que possui nanopartículas de cobre integradas aos filamentos de carbono. Esse processo de nanotexturização evita o uso de metais caros ou raros, como a platina, que tornaria o projeto economicamente inviável para ser reproduzido em grande escala.

Quilometragens Altas - Mitos E Verdades


É muito comum no Brasil a ideia de que quando um carro passa dos 100 mil quilômetros rodados deve ser vendido imediatamente, pois começará a dar problemas, enquanto que não se deve comprar um veículo que ultrapassou essa marca em hipótese alguma, pois com certeza te dará dor de cabeça.

Mas existe alguma relação direta entre a quilometragem e o estado de conservação de um veículo? É realmente verdade que não se deve nunca comprar um carro com alta quilometragem, independente de isso ser os 100 mil km populares ou não?

É um fato que você deve prestar muita atenção antes de comprar um veículo usado, tomando alguns cuidados básicos antes de finalizar a compra, para evitar problemas futuros, principalmente com manutenção, que façam você se arrepender do negócio.

Além disso, é óbvio que comprar um veículo semi-novo, com baixa quilometragem, e que praticamente não foi usado, como é comum em alguns casos, pode ser uma melhor opção. Até mesmo porque muitas vezes esse carro quase novo pode ainda estar dentro da garantia de fábrica, além de ter sofrido muito menos desgaste.

Entretanto, não há nenhuma relação comprovada entre o estado do veículo e a sua quilometragem rodada. Não há literalmente nenhuma garantia de que um carro com 30 mil quilômetros rodados estará em melhores condições e mais conservado que um carro de 120 mil km.

Vale a Pena?

A resposta para essa pergunta é depende, já que comprar um carro usado que valha o investimento vai depender muito mais do real estado conservação desse veículo, do que de quantos quilômetros ele já rodou.

O primeiro fator que influencia na conservação do veículo é seu uso, e isso pode não estar diretamente ligado à quilometragem. Por exemplo, uma pessoa que faz mais viagens com o carro, pegando estradas com maior frequência, provavelmente vai rodar mais com seu automóvel do que outra que usa apenas no meio urbano, para coisas do dia a dia, como fazer compras ou ir ao trabalho.

Mas o fato de o primeiro rodar mais não significa que ele estará em pior estado. Esse carro que faz mais viagens, por pegar muito rodovias, roda muito mais em condições ideais de funcionamento, como temperatura, aceleração constante e mais cômoda para o motor, entre outras. Por outro lado, o veículo da cidade fica parado no trânsito com frequência, sem refrescar o motor, trocando muito de marchas e etc.

Assim, é bem possível, e até mesmo provável, que o carro das rodovias, que roda mais quilômetros, esteja em melhores condições do que o veículo urbano, que rodou menos mas sofreu mais com o trânsito constante.

Além disso, há a questão do dono, ou donos, anterior desse carro. Muita gente não cuida bem do veículo, não realizando manutenção preventiva, não trocando o óleo com frequência, demorando muito para consertar problemas, colocando gasolina de péssima qualidade e etc. Enfim, mesmo um carro que rode pouco, se for mal cuidado, provavelmente não estará no estado ideal.

Por outro lado, um carro que rodou muito, mesmo mais que os famosos 100 mil km, mas foi bem cuidado pelo seu antigo dono, com todos cuidados para manter o carro bem conservado, poderá estar em ótimas condições. Mesmo rodado, um carro em que foi realizado a manutenção preventiva, troca o óleo dentro das determinações, enfim, todos os cuidando necessários para os diversos aspectos do veículo, pode ser uma boa compra.

Além disso, não dá para confiar na quilometragem registrada no painel, já que é possível, até mesmo comum, adulterar esse número antes de vender o carro.

O que fazer?

Mais importante do que ficar preocupado apenas com a quilometragem de um veículo usado, antes de comprá-lo você deve atentar para o estado de conservação desse veículo. Assim, verifique toda a carroceria e interior do carro, procurando por imperfeições e possíveis pontos de ferrugem. Também procure por marcas de desgaste.

O ideal é que antes de fechar o negócio você leve o carro a um mecânico de sua confiança. Ele poderá atestar as verdadeiras condições do veículo, e se vale a pena investir. Também veja se a quilometragem bate com a idade do carro, desconfiando de marcas muito baixas para carros mais velhos. Verifique também toda a documentação, vendo se não há nenhuma pendência.

Pesquise bastante, vendo vários modelos, de várias concessionárias e revendedoras, para achar um carro que se enquadre melhor no que você deseja. Desconfie de preços muito abaixo da Tabela da Fipe, pois pode significar algum “mico” escondido.

Por fim, pesquise sobre o modelo, para ver como e quão cara é sua manutenção. Sabe-se, por exemplo, que carros de montadoras japonesas, como a Toyota e a Honda, são ótimas opções para usados, por serem muito confiáveis e duráveis.

Prestando atenção a todos os detalhes, e tendo certeza de que o carro está em boas condições, bem conservado e com tudo funcionando adequadamente, pode ir em frente em sua compra, mesmo que a quilometragem seja mais alta.

FONTE: PORTALAUTO

Nova Kombi 2017 - Confirmada


A ideia de uma Nova Kombi, ou uma Kombi 2017, para os mais apressados, habita o imaginário de muitos admiradores deste clássico da VW. Famoso em todo mundo com nomes diferentes, o modelo é sempre um dos mais especulados todos os anos.

Pudera: a VW não contém palavras para gerar barulho no mercado. Volta e meia, entrevistas são dadas tratando como certa a vinda de uma Nova Kombi para o mercado. Conceitos também costumam surgir, reforçando a ideia de que é uma questão de tempo até que surja uma releitura.

Relançamento ainda vive em tom especulação

Apesar das entrevistas de altos executivos e dos diversos conceitos inspirados na Kombi, ainda é necessário tratar seu retorno como uma especulação. As chances são de que muito provavelmente ela retorne em algum momento – assim como fez o Fusca. Não é possível, no entanto, determinar um momento oficial para isso, por enquanto.

Por isso, trata-se de uma expectativa – bem fundamentada, mas ainda assim uma expectativa. É bem verdade que as atuais entrevistas revelam que a VW pensa até mesmo na autonomia de um possível híbrido que carregue o nome da nova Kombi. Por outro lado, a montadora nunca fez esforço para diminuir a empolgação dos admiradores, nos últimos anos.

Sonho antigo da Volkswagen

Desde antes da descontinuidade global do modelo, já era um assunto muito recorrente da VW a produção de uma nova Kombi. O que nunca ficou claro, no entanto, é o real posicionamento deste novo modelo.

Não se sabe, por exemplo, se ele seria uma homenagem retrô, como é o caso do Fusca, ou um utilitário prático replanejado. De acordo com os conceitos inspirados no modelo, tudo indica que seja uma plataforma mais sofisticada, rica em tecnologias de vanguarda.

Possível plataforma de energias alternativas

Cogita-se muito fortemente a possibilidade de a Nova Kombi 2017 ser um dos ícones da VW em relação às novas tecnologias de fornecimento energético. Assunto muito delicado para a montadora desde o escândalo das emissões adulteradas, utilizar um sucesso do passado para demonstrar o comprometimento com o futuro seria uma boa estratégia de marketing.

Além do marketing, todos os conceitos apresentados pela montadora que faziam referências à Kombi pareciam estar ligados a energias alternativas. Exemplo disso é o Bulli, que representava basicamente uma releitura elétrica de uma nova Kombi.

O que (e para quando) esperar?

Os mais entusiasmados com a possibilidade de uma Nova Kombi acreditam que 2017 pode ser o ano do anúncio oficial e, possivelmente, do próprio lançamento do modelo no mercado. A ideia parece, em certas medidas, improvável.

Se assim o fosse, nada justificaria a cautela dos executivos da VW ao tratar sobre o assunto. Na prática, o modelo ainda parece em uma fase essencialmente conceitual, o que tende a somar alguns anos até o lançamento oficial da Nova Kombi no mercado.

É bem verdade que nada impede que o modelo seja uma espécie de surpresa a ser apresentada em algum Salão do Automóvel. Neste caso, o carro simplesmente poderia passar a frequentar o mercado de uma hora para a outra, para a alegria de todos os admiradores da velha senhora da VW.

Esqueceu A CNH? Não Seja Multado.


Hoje, se você deixar a sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em casa, pode receber uma multa e o seu carro pode ser retido. A infração é considerada leve. Mas a Comissão de Viação e Transportes aprovou um projeto de lei (8022/14) que impede a aplicação da multa e a retenção do veículo se o motorista não estiver com a carteira de habilitação e o licenciamento anual.

Será preciso, no entanto, que o condutor apresente identidade ou outro documento "legalmente reconhecido" para ser beneficiado com a flexibilidade do projeto, que foi criado pela ex-deputada Sandra Rosado e pela deputada Keiko Ota (PSB-SP).
Já o licenciamento só deixa de ser obrigatório caso o agente de trânsito possa obter as informações contidas nos documentos por meio de consulta a um banco de dados oficial. Segundo a proposta, quando não for possível realizar a consulta online das informações do veículo ou do condutor, a multa só será cancelada caso o condutor apresente, em até 30 dias, o documento ao órgão de trânsito responsável pela autuação.
Para se tornar realidade, o texto ainda precisa ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

CNH - 2017 - Mudanças De Segurança


Desde  janeiro de 2017 toda CNH (Carteira Nacional de Habilitação) emitida no país passou a ter uma nova coloração diferente da atual e outras numerações, entre outros dispositivos de segurança.

Os motoristas que estão com a CNH dentro do prazo de validade não precisam trocá-la antes do vencimento. As novas mudanças não alteram os procedimentos de obtenção da carteira que têm como objetivo aumentar a segurança do documento.

Com o novo design, a tarja que fica no topo do documento (atualmente azul esverdeada) passará a ser preta e a ter, no lado direito, o mapa do Estado em que a CNH for emitida. No canto superior direito, um mapa do Brasil será impresso com tinta de variação óptica, que dificulta a falsificação da carteira.

O fundo do documento será mais amarelado, e novos elementos de segurança (vistos apenas com luz ultravioleta ou negra) serão incluídos, como brasões da República e fios de microletras. Além de números de identificação nacional e estadual, a carteira terá um código numérico composto pelos dados individuais do motorista. Para confirmá-lo, os agentes de trânsito usarão um aplicativo do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). >> A mudança na CNH não altera os preços, a substituição será realizada sempre que os motoristas precisarem renovar ou tirar a segunda via do documento.


CNH passa a ter código QR-Code para evitar falsificação

A partir deste mês de maio, toda Carteira Nacional de Habilitação (CNH) passa a contar com um novo recurso contra frudes: o QR-Code. O anúncio da nova tecnologia foi feito pelo Ministério das Cidades e o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) nesta terça-feira (09 de maio). A inclusão da tecnologia no documento é válida para o Brasil todo. A medida de segurança garante maior autenticidade ao documento e facilita a verificação dos agentes de trânsito.

O que é QR-Code?


QR – Code (sigla do inglês Quick Response,que significa “resposta rápida” ) é um código de barras bidimensional que foi criado em 1994, e possui esse nome pois dá a capacidade de ser interpretado rapidamente pelas pessoas. O QR – Code pode ser facilmente escaneado usando a maioria dos telefones celulares equipados com câmera.O aplicativo usa a câmera do smartphone para ler os códigos, além de salvá-los para futuras consultas ou compartilhamentos.

O QR-Code tem dimensão de 5 cm x 5 cm, e sempre virá impresso na parte interna do documento, no verso inferior da habilitação. O código é gerado pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e pode ser lido por meio do aplicativo Lince, desenvolvido pelo Serpro – maior empresa pública de prestação de serviços em tecnologia da informação do Brasil, e estará disponível para download nas lojas de aplicativo dos smartphones.

O QR- Code tem conexão direta com o sistema de Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renach), incluindo dados do condutor, com foto. De acordo com o Denatran, os dados serão acessados apenas com a leitura do código, sem a necessidade de digitar as informações.

É importante ressaltar que, quem já possui CNH dentro da validade, não precisa fazer a troca, ela será feita automáticamente quando o condutor fizer a renovação do documento, ou se precisar pedir uma 2ª via, em caso de roubo, perda ou por qualquer outro motivo. Caso contrário, a CNH continua estando dentro da lei mesmo sem o código.

Lombada - Como Passar Corretamente


Obstáculo comum, o motorista das grandes cidades está acostumado a encontrar diversas lombadas em seu trajeto cotidiano. Mas esse obstáculo tão comum deve ser respeitado e, sobretudo, transposto da maneira correta para que o conforto dos passageiros e a boa conservação do veículo sejam observados.

O modo correto de passar por uma lombada é abordá-la com o carro alinhado transversalmente ao obstáculo, com as duas rodas dianteiras tocando a lombada simultaneamente.

Ao aproximar-se do quebra-molas, pressione o pedal do freio de forma suave e gradual, ou use o freio-motor para reduzir a velocidade do veículo. Uma velocidade entre 25 e 35 quilômetros por hora é ideal para transpor a maioria das lombadas. Essa faixa de velocidade geralmente corresponde à segunda marcha do motor.

Continue com a redução gradual da velocidade até que as duas rodas dianteiras do veículo subam no obstáculo. Uma vez que essas duas rodas tiverem ultrapassado a lombada, comece a acelerar suavemente seu veículo.

Caso a lombada seja muito alta, recomenda-se reduzir a velocidade a quase zero diante dela e ultrapassá-la utilizando a primeira marcha. No caso de várias lombadas em sequência, você deve percorrer o trajeto com obstáculos utilizando sempre a segunda marcha, apenas reduzindo com o freio na aproximação e retomando a aceleração após cada passagem do eixo dianteiro.

Certamente você já deve ter visto por aí um carro, rebaixado ou não, esterçando o volante para passar na lombada na diagonal. Essa prática não é recomendável por expor todo o sistema de amortecimento do veículo a uma divisão de peso desigual, forçando consecutivamente as 4 pontas do eixo de forma anormal.

A carroceria do carro também sofre com a passagem em diagonal pela lombada. Esse hábito pode provocar torções na carroceria que podem resultar na solta de pontos de soldagem e produzir estalos e pequenos ruídos, ao longo do tempo, difíceis de serem diagnosticados. As peças e estruturas internas de plástico também sofrem a força de torção, gerando ruídos adicionais e indesejados dentro da cabine.

Portanto, siga a cartilha e não invente na hora de passar por uma lombada. Seu carro e seu bolso agradecem.

FONTE: KYB